sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

"É preciso limitar o número de pessoas nas futuras gerações", diz escritor Alan Weisman





No mundo inteiro, cada vez mais mulheres têm menos filhos -o suficiente para que, em algum momento até o fim deste século, a população do planeta alcance seu auge e comece a decrescer pela primeira vez na história. Mesmo assim, o escritor americano Alan Weisman acha que não há motivo para complacência em relação aos riscos da superpopulação.

Weisman, 66, está virando um especialista em examinar os efeitos da ação dos bilhões de seres humanos vivos hoje sobre o planeta. Seu best-seller "O Mundo sem Nós", de 2007, é um experimento mental sobre o que aconteceria com a Terra se o Homo sapiens deixasse de existir da noite para o dia. 

Recentemente, ele lançou "Countdown: Our Last, Best Hope for a Future on Earth?" ("Contagem Regressiva: Nossa Última e Melhor Esperança para um Futuro na Terra?"), que imagina uma solução menos draconiana para os problemas ambientais e políticos do mundo: um esforço consciente para que todas as famílias do mundo tenham acesso a métodos anticoncepcionais seguros e baratos, o que garantiria uma população máxima de 9 bilhões de pessoas em 2100. 

Folha - Depois de escrever dois livros sobre como seria bom haver menos gente no mundo, o senhor já chegou a ser acusado de ser um misantropo?
 
Alan Weisman - Eu amo a minha espécie e não acho que estejamos prontos para a extinção. O que fiz no meu livro anterior (O Mundo sem nós) foi retirar os seres humanos do quadro de maneira teórica, para mostrar o tamanho da pressão diária que exercemos sobre o planeta e pensar "bem, e agora, como fazemos para trazer as pessoas de volta a esse quadro sem causar tanto estrago?". 

Contudo, no epílogo do livro, tive de mencionar um fato perturbador: a cada quatro dias e meio, estamos trazendo mais 1 milhão de pessoas ao mundo, e isso não é algo sustentável. E é incrível como quase todo mundo entendeu isso muito bem e concordou comigo. 

Mas embora todo mundo concorde com isso, as pessoas também são visceralmente contrárias a políticas draconianas como a política chinesa do filho único. Então minha proposta para o novo livro foi: será que há uma maneira de lidarmos com a explosão populacional de maneira que não seja tão dolorosa? 

E cada vez ficou mais claro que essa é talvez a única coisa que realmente podemos fazer para diminuir nosso impacto ambiental. Com mais gente no mundo, nossas emissões de carbono vão continuar aumentando; vamos ter mais problemas com eventos climáticos extremos, como os que acabaram de devastar as Filipinas; os níveis dos mares estão aumentando e, mais do que isso, estão alterando a própria química dos oceanos, da qual toda a vida na Terra depende. São coisas perigosíssimas. 

Mesmo que fontes abundantes de energia limpa, com emissões de carbono próximas do zero, sejam descobertas -o que é um bocado improvável-, simplesmente não há como aumentar a quantidade de terra disponível para produzir alimentos para toda essa gente -então, a coisa lógica a fazer é limitar o número de pessoas nas próximas duas ou três gerações. 

Um elemento interessante do livro é que, fora exceções como as Filipinas, a religião parece não ser a grande barreira antiplanejamento familiar.
 
Sim, você tem razão. Entrevistei muitos líderes religiosos para o livro, e poucos realmente se opõem a essa necessidade. Todo mundo costuma pensar no catolicismo ou no islamismo como os principais inimigos do planejamento familiar, mas se esquece de que um dos programas mais bem-sucedidos do mundo nessa área foi idealizado por uma teocracia islâmica, o Irã.
As Filipinas são, de fato, uma exceção por conta do poder político da Igreja Católica por lá. Por outro lado, na Itália católica, as mulheres têm uma das taxas de fecundidade mais baixas do mundo [cerca de 1,4 filho por mulher], porque o nível educacional delas é muito elevado, e a educação feminina é o melhor anticoncepcional que existe ­­-em vez de ter sete filhos, a mulher decide terminar a faculdade antes de engravidar. 

No livro, discuto o caso da Costa Rica, onde a Igreja Católica tentou pressionar os fiéis a não adotarem métodos anticoncepcionais e acabou perdendo espaço para igrejas evangélicas que incentivavam esses métodos como paternidade responsável. 

O Brasil é uma história de sucesso, vocês já estão abaixo da taxa de reposição populacional [calculada como 2,1 filhos por mulher; abaixo disso, a tendência é a população decrescer]. 

Se não é a religião o principal fator por trás do crescimento populacional, o que é? Seria ligado ao fato de que, em alguns países, as pessoas ainda têm medo de não deixar descendentes por causa da alta mortalidade infantil?
 
São vários fatores, e um deles é o que você mencionou -em certos países da África, as pessoas continuam tendo filhos atrás de filhos porque muitos bebês acabam morrendo. 

Mas ainda há, é claro, a mesma razão cultural pela qual, no livro do Gênesis, os israelitas seguem o mandamento "crescei e multiplicai-vos": se você tem uma família numerosa e poderosa, seus inimigos têm mais dificuldade de vencê-lo. E um dos jeitos de conseguir isso é a poligamia. 

Esse tipo de mentalidade ainda é forte mundo afora.

Por outro lado, também no livro do Gênesis, há a história de José [um dos 12 filhos do patriarca israelita Jacó], que pode ser considerado o mais antigo ecologista.
Vivendo no Egito, ele observou os sinais de que a região estava prestes a passar por um ciclo de escassez e aconselhou o faraó e sua família israelita, dizendo que era hora de conservar, e não de continuar a se expandir. E foi graças a isso que José decidiu ter uma única esposa e apenas dois filhos, e ele conseguiu salvar todo mundo da fome que veio depois. 

Nossa situação não é muito diferente, porque chegamos a um ponto em que será cada vez mais difícil produzir mais comida. Para cada 1ºC de aumento da temperatura do planeta daqui para a frente, é provável que a produtividade agrícola caia 10%, por exemplo. Continuar na trajetória de crescimento desenfreado é uma receita para o desastre. 

Nos anos 1960 e 1970, o desenvolvimento de variedades agrícolas mais produtivas, a chamada Revolução Verde, afastou o fantasma da fome. Não é natural as pessoas esperarem que novos desenvolvimentos tecnológicos também resolvam o problema agora?
 
O que as pessoas têm de entender é que a Revolução Verde foi só uma solução temporária. Norman Borlaug, o pai da Revolução Verde, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz por isso, usou seu discurso de aceitação do prêmio para chamar a atenção para o problema do crescimento demográfico. 

Embora a Revolução Verde tenha evitado a fome, os tipos de plantio que ela preconiza não estão mais sendo suficientes em lugares como a Índia. 

Uma das experiências mais terríveis que tive foi entrevistar as viúvas de fazendeiros indianos que se mataram bebendo pesticidas porque suas terras não têm mais água [as variedades agrícolas ligadas à Revolução Verde exigem irrigação], eles não conseguiam produzir e estavam endividados. Mais de 200 mil agricultores indianos se suicidaram. 

O senhor também diz que é errada a ideia de que os poucos países com população em declínio, como o Japão, vão sofrer um colapso econômico. Por quê?
 
Por muitos anos, alguns economistas eram grandes fãs do crescimento populacional, simplesmente porque, com mais gente no mercado de trabalho, mais barata é a mão de obra.
Todo mundo se diz preocupado com o que vai acontecer com o Japão, com esse monte de gente idosa e tão pouca gente jovem para sustentar a aposentadoria deles. O que poucos percebem é que o processo é gradual e, ao longo de no máximo uma geração, conforme os mais idosos morrerem e os filhos dos jovens de hoje crescerem, você vai ter é um equilíbrio demográfico entre as duas parcelas da população de novo. 

Com isso, você consegue fazer duas coisas: manter pessoas mais velhas na força de trabalho por mais tempo, e trazer mais mulheres com bom nível educacional para a força de trabalho.

Depois de pesquisar e escrever o livro, o senhor está mais ou menos otimista em relação aos desafios do crescimento populacional?
 
Estou mais otimista do que me sentia quando comecei a escrever o livro. É difícil para as pessoas aceitarem que a população precisa começar a diminuir porque nós passamos por um século inteiro no qual a população humana quadruplicou. 

Só que elas têm de perceber que essa situação é algo anormal, criada por avanços repentinos na tecnologia médica e na produção de alimentos para os quais não estávamos preparados.
A boa notícia é que há um tremendo impulso mundo afora em favor de famílias menores. O planeta está urbanizado, não precisamos mais de tantos braços para a lavoura. 

Outra notícia boa é que não precisamos de nenhuma descoberta dramática -estamos falando de uma tecnologia da qual já dispomos, e que é muito barata. 

Precisaríamos de apenas US$ 8 bilhões por ano para disponibilizar anticoncepcionais para todas as pessoas do planeta -isso é o que os EUA gastavam por mês no Iraque e no Afeganistão anos atrás. 

Fonte: REINALDO JOSÉ LOPES/COLABORAÇÃO PARA A FOLHA



Imagem: População mundial chegará a 9,6 bilhões de pessoas em 2050

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O que aconteceu com os misteriosos humanos do Saara há 7.000 anos?


Com suas areias escaldantes praticamente sem vida, o Saara, na África Central, é o maior deserto da Terra. Mas há apenas alguns milhares de anos atrás, o Saara era um lar para as civilizações humanas iniciais. Ao longo da última década, temos obtido uma imagem nítida do que aconteceu com as pessoas que viviam nesta paisagem perdida.


Aproximadamente do tamanho dos Estados Unidos, o Saara se estende por vários países africanos e pelo Oriente Médio, incluindo o Egito, Chade, Sudão, Líbia, Argélia e muito outros.

Hoje, o deserto é vasto e ameaçador. Mas alguns arqueólogos que viajaram profundamente nos confins ocidentais da área ao longo dos últimos cem anos descobriram algo incrível. Há enormes murais de arte rupestre paleolítica que remonta, pelo menos, há 10 mil anos, mostrando tudo: desde animais até as roupas que as pessoas usavam durante as cerimônias da aldeia.


Muitas vezes, as pessoas nestas pinturas foram desenhadas com cabeças muito redondas, um estilo característico saariano. Pinturas que partilham este estilo provavelmente vêm de pessoas com origens culturais semelhantes. Como o passar dos séculos, as pinturas se tornaram mais sofisticadas e vemos imagens que mostram ferramentas da Idade do Bronze, pessoas andando a cavalo e usando potes de barro. A questão é: o que aconteceu com essas pessoas? Como elas viviam em tais condições áridas? Para onde elas foram?

Stefan Kröpelin é um arqueólogo da Alemanha que queria descobrir todas essas respostas. Ele e sua equipe se aventuraram no deserto inexplorado à procura de pistas. Eles seguiram os locais destas pinturas rupestres, e ao longo do caminho, começaram a descobrir os sinais de como o Saara era há milhares de anos. Em maciços vales secos, eles encontraram conchas e esqueletos de peixes. Eles também descobriram restos de árvores e vestígios de pólen.

Eles perceberam que o que eles estavam testemunhando era uma história de mudanças climáticas na região. A terra outrora fértil de chuvas e lagos secaram em uma paisagem tipicamente marciana em pouco mais de 10 mil anos.


Em um artigo de 2006, Kröpelin e sua equipe explicam este quadro de ocupação humana. Os pontos vermelhos são áreas de habitação humana a longo prazo, e os pontos brancos mostram ocupação humana transitória. O que eles sugerem é que, após um longo período árido durante a última idade do gelo, o Saara começou a sentir fortes monções por volta de 8.500 aC. Toda a região se tornou uma savana gramada, repleta de plantas e animais comestíveis, e as pessoas se mudaram do vale do Nilo para o Saara ocidental. Conforme as monções cresciam, cerca de 7.000 aC, as pessoas se mudaram para o sul também. Mas, em seguida, cerca de 5.300 aC, as monções começaram a secar. Foi quando as pessoas começaram a se aglomerar ao redor do Nilo novamente.

A questão é o quão rápido esta transformação aconteceu. Alguns cientistas argumentam que a mudança climática foi muito abrupta, levando apenas um século para as colinas verdejantes e os lagos tornarem-se dunas de areia do Saara de hoje. Mas Kropelin e sua equipe, em um artigo de 2008, argumentam que a mudança levou mais de 5 séculos. Eles basearam esta hipótese em evidências extraídas de amostras de um antigo lago no Chade, cujas águas fornecem um registro quase perfeito das últimas 6.000 estações do ano.

O que eles descobriram foi que a vegetação na área morreu lentamente, durante um longo período de tempo. Não houve uma mudança abrupta no clima. E é por isso que seres humanos na área provavelmente tiveram muito tempo para migrar para as margens do Nilo, onde a grande civilização egípcia se tornou lendária.

Fonte: http://misteriosdomundo.com/o-que-aconteceu-com-os-misteriosos-humanos-do-saara-ha-7-000-anos

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Desenvolvimento Sustentável: Genocídio Transformado em Necessidade





Por que as pessoas e corporações historicamente responsáveis ​​pela destruição do ecossistema também estão por trás do movimento global para ‘salvar o planeta?

Muitas vezes ouvimos que o desenvolvimento sustentável e a sustentabilidade originaram-se nos anos 70 e foram reforçados ao longo dos anos 80 e 90. Em qualquer pesquisa, a maioria das publicações afirmam que o desejo de manter os recursos naturais como ferramentas para as gerações presentes e futuras nasceu em 1972, quando uma conferência das Nações Unidas na Suécia promulgou três princípios: a interdependência dos seres humanos e o meio ambiente, as relações entre desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e a proteção do ambiente e a necessidade de uma visão global e princípios comuns. Crédito para o desenvolvimento desses princípios é dado à Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1987.
As Nações Unidas é a principal instituição que promove as políticas criadas pelos nazistas para promover o despovoamento.
A sabedoria convencional retrata a visão coletivista de que a sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável são políticas e iniciativas para proteger o ambiente contra os abusos da humanidade e, assim, promover o benefício das massas. Hoje, a proteção ambiental tornou-se a lança mais luminosa a ser levantada por qualquer pessoa, independentemente de raça, condição social, idade ou religião. Na verdade, o ambientalismo se tornou a religião de escolha para muitos. O apoio dos ambientalistas para a sustentabilidade está quase inerentemente arraigada em nossas vidas. Foi aplicada à economia, construção, planejamento comunitário, agricultura, segurança, natalidade e assim por diante.
Inúmeras reuniões foram organizadas nos últimos 50 anos para convencer as massas de que não há futuro sem uma abordagem sustentável para a existência humana. Primeiro, o Clube de Roma escreveu documentos como “Limites do Crescimento” e “Um Novo Caminho para o Desenvolvimento Global”, cujo objetivo é globalizar a sociedade do planeta e usar a engenharia social em tudo: valores, emprego, comércio, demografia, política, economia, etc, tudo em um esforço para desindustrializar o planeta e fazer o que o seu antecessor, a Liga das Nações, queria. Junto com o lobby de grupos como o Clube de Roma e outras organizações igualmente proeminentes, os globalistas operam para alcançar um novo pacto social, relacionado a questões económicas e de desenvolvimento. As Nações Unidas, uma criatura dos globalistas, que também criaram a Liga das Nações com a intenção de “pôr fim aos conflitos armados”, tem sua própria lista de manuais sobre como executar a desindustrialização. Por exemplo, oPrograma das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNEP), prega os princípios e os fracassos das políticas ambientais e de imposição das “economias verdes”. A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1992, mais conhecida como Cúpula da Terra, promove planos como Agenda 21 e a Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica que, gradualmente, atingem o sono ecofacista de Kurt Waldheim para despovoar o planeta.

Onde se originou o “desenvolvimento sustentável”?
Embora haja uma grande quantidade de documentação sobre como o ambientalismo está ligado à chamada “ala verde” do Partido Nazista, ninguém descreve essa história. Os historiadores e ambientalistas costumam ignorá-la e o público é enganado ao acreditar nos princípios genocidas do desenvolvimento sustentável. Algumas questões relevantes para perguntar sobre a origem nazista do movimento verde são: qual é a sua inspiração? Quais são os objetivos que pretendem atingir? Como a ideologia do genocídio nacional-socialista conduziu ao que é aparentemente um amor sem precedentes pela natureza?
A Alemanha não foi apenas o berço da política genocida de sustentabilidade mas, também, a terra onde se tornou realidade. Os nazistas alemães e seus seguidores adotaram muitas das políticas verdes que vemos nas sociedades modernas. A ciência que estuda os seres e seu meio ambiente foi ‘descoberta’ pela primeira vez na Alemanha durante os anos que antecederam a ascensão dos nazistas ao poder. A natureza genocida do ambientalismo originou-se de um louco amor pela natureza. (1)
Pensadores nazis e alguns antecessores queriam que os seres humanos fossem vistos como iguais as plantas, animais e insetos para ter um equilíbrio no mundo. Essa linha de pensamento está nas mentes de ambientalistas modernos, como o presidente boliviano Evo Morales e o promotor da teoria Gaia, James Lovelock, que acreditam que um grande número de pessoas devem morrer a fim de obter o equilíbrio natural. Recentemente, o autor e ambientalista Keith Farnish usou um de seus livros para promover a sabotagem e atos de terrorismo ambiental como ataques a barragens e destruição de cidades para retornar o planeta as condições pré Revolução Industrial. Farnish junto com outros altamente respeitados pressupostos científicos, como o Dr. James Hansen da NASA, concordam com essa linha de pensamento.


Um dos pais do que chamamos de ambientalismo hoje, foi Ernst Moritz Arndt. Juntamente com Wilhelm Heinrich Riehl, Arndt tinha ódio infinito do Iluminismo. Ambos eram conhecidos por suas opiniões extremistas nacionalistas que foram usadas para promover ideais que perpetuaram a dependência do Estado. Estes dois homens, mas, especialmente, Arndt, foram identificados como os primeiros pensadores ecológicos. Arndt escreveu em um artigo em 1815 que “Quando você vê a natureza em uma conexão necessária e uma interação, todas as coisas são igualmente importantes -. Arbustos, vermes, plantas, pedras, humanos, como uma única unidade” (2) As idéias de Arndt foram separadas com as de outros ambientalistas em que os seus pensamentos mesclavam o respeito pela natureza com um discurso xenófobo e, este, era relacionado com a própria existência dos alemães e da Alemanha. Ao defender o meio ambiente na maioria de seus escritos, também chamava pela pureza racial e condenava outras raças, como os judeus e os franceses. Foi esse amor à natureza e o ódio contra os judeus que viria a orientar a perseguição e o assassinato daqueles que não eram arianos.
Wilhelm Heinrich Riehl, aluno da escola do pensamento de Arndt, fez com que o trabalho de seu professor não se perdesse no tempo. Em um artigo em 1853, Riehl expressou sua forte oposição ao industrialismo e disse: “Temos que salvar a floresta, não só para que os nossos fornos não fiquem frios no inverno mas, também, para que as pessoas continuem suas vidas e para que a Alemanha continue sendo Alemanha. “(3) Ele se opôs a qualquer tipo de desenvolvimento enquanto usava o anti-semitismo para forçar a forma de vida camponesa. Riehl e Arndt, ambos, tinham idéias que foram adotadas mais tarde pelo movimento völkisch, que era uma mistura de nacionalismo populista com um amor louco pela natureza. Líderes völkischs pediram a volta da vida simples, enquanto culpavam a vida da cidade e o racionalismo da destruição do meio ambiente. (4) No centro do ódio estava um elemento significativo que havia ficado na mente dos grupos anti-semitas como völkischs o tempo todo: o povo judeu. Por quê? Os judeus eram a classe média na época e o amor doente pela natureza e pelo ambiente incluía um ódio repugnante contra qualquer pessoa e qualquer coisa que pusesse em perigo a sua vida ou maneira de pensar. (5)
Depois de estabelecer uma relação muito cobiçada entre o anti-semitismo e amor pela natureza, osvölkischs manteram seu preconceito ao longo dos séculos 19 e 20. A luta contra a industrialização e o sentimento anti-judaico foi anexado ao discurso da pureza racial e superioridade Ariana apenas em tempo para o surgimento do Partido Nazista.
Ecologia e a ligação com o Racismo Nazista
Em 1867, Ernst Haeckel, zoólogo alemão, usou pela primeira vez a palavra “ecologia” e a relacionou ao estudo de criaturas e seus ambientes. Haeckel foi fortemente influenciado pelo darwinismo social, a um ponto que se tornou pai de uma espécie de darwinismo social conhecido como “monismo”. Ele fundou a Liga Monista Alemã, uma organização guiada pelos princípios völkisch. Haeckel, Arndt e Riehl acreditavam na superioridade racial e eram opostos à mistura social. Além disso, eles também aprovavam o eugenismo racial. Seus pensamentos foram a base para o que mais tarde ficou conhecido como anti-semitismo nacional-socialista na Alemanha. Na verdade, Haeckel foi um orador de destaque em favor do racismo, nacionalismo e do modelo alemão de imperialismo. (6) No final de sua vida, Haeckel tornou-se membro da Sociedade Thule, uma organização que mais tarde serviu como base política para a criação do Partido Nazista. (7) Haeckel, Riehl Arndt e seus antecessores pensadores, como Willibald Hentschel, BrunoWille Bölsche Wilhelm receberam todo o crédito pela associação entre ecologia e socialismo nacional, o racismo, anti-semitismo e as políticas ambientais que todos nós sabemos influenciaram a Alemanha antes e depois da Primeira Guerra Mundial.
Um dos fatos mais reveladores sobre o autoritarismo ecológico atual e o antigo é a crença de seus criadores de que os seres humanos devem ser integrados em “categorias biológicas” e viver em “zonas de vida” com uma entidade tecnocrática com punho de ferro exercendo o seu poder. Haeckel disse que as civilizações e a natureza deviam obedecer as mesmas leis. A origem desta forma de pensar é um estado reacionário anti-humanista. Os Monistas acreditavam que os seres humanos eram insignificantes -mas não eles mesmos- em comparação com a grandeza do meio ambiente. Idéias semelhantes são observadas em iniciativas modernas patrocinadas pelo Clube de Roma, a Fundação Carnegie, a NASA, as Nações Unidas, assim como algumas faculdades e universidades que são financiadas por globalistas que apóiam o eugenismo como ferramenta para limpar o planeta. Tomemos por exemplo o texto daConvenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que tem sido apontado como a política e a religião do ambientalismo moderno. Entre outros objetivos, a Convenção pretende “reorganizar” a civilização ocidental, excluindo a atividade humana de 50 por cento do território no continente americano. O plano é dividir a terra em “biomas”, “zonas tampão” e “corredores”. No âmbito deste plano, os seres humanos viverão em áreas fortemente vigiadas e controladas, das quais nunca poderão sair. Esta agenda globalista verde é promovida pelas Nações Unidas desde 1992, quando foi introduzida oficialmente durante a primeira Reunião da Terra no Rio de Janeiro. A mesma política será realizada na Ásia, África e Europa.
Escritos da Fundação Carnegie também incentivam a implementação de políticas tais como a Agenda 21 e a Convenção sobre Diversidade Biológica. A fundação manifestou orgulho por práticas que incluem assassinatos em massa em um esforço para limpar a terra de pessoas indesejáveis. A Instituição Carnegie promove o trabalho do imperador Gengis Khan e valida o seu trabalho como “imperador verde” por causa de ações que incluíram o assassinato de 40 milhões de pessoas. Segundo seus escritos, isto contribuiu para reduzir as emissões de carbono e manter o planeta em equilíbrio.
Os Monistas usaram seu sentimento anti-humanista, juntamente com as idéias völkisch para discriminar contra o progresso, urbanismo e aqueles que pensavam de maneira diferente. Em seuLebensgesetze(Leis da Vida), o biólogo Raul Francé escreveu que a ordem natural determina a ordem social. Ele disse que a miscigenação não era natural. Francé é hoje um dos fundadores do aclamado eco-fascismo contemporâneo “pioneiro do movimento ambientalista.” (8) Francé também promoveu uma suposta conexão entre a pureza do ambiente e a “pureza racial”. Francé e seus seguidores exigiram uma mudança em relação à vida rural e disseram que a modernidade significava a degradação da raça e que as cidades eram inorgânicas. (9)
No início do século XX, o argumento “verde” penetrou nos grupos políticos de direita, que se tornaram muito respeitados dentro da cultura alemã. Durante o período de turbulência em torno da Primeira Guerra Mundial, a mistura de preconceito etnocêntrico, rejeição regressiva da modernidade e genuínas preocupações ambientais acabaram por ser uma mistura mortal.
Ambientalismo Nazista em Ação
Algumas pessoas vêem uma contradição em que eugenistas modernos apoiem um ambientalismo estilo nazista, enquanto possuem bens pertencentes à elite empresarial tecnocrática. Esta não é uma surpresa, porque as elites que apoiaram o Terceiro Reich foram também os industriais que, como de costume, controlam muitos segmentos da população e as classes intelectuais. Esta prática sempre valeu a pena, pois garante o controle total, não importa o resultado. Homens como Fritz Todt, pesos pesado no movimento nacional-socialista na Alemanha e Albert Speer, o seu sucessor a partir de 1942, participaram da construção de infra-estrutura viária e da Autobahn, um dos maiores projetos da história da engenharia na Alemanha. Todt queria construir a estrada de uma forma que mais beneficiaria sua classe, mas ao mesmo tempo, que promovesse e mantivesse a sensibilidade à natureza. (10)
Todt exigiu que o trabalho realizado tivesse harmonia com a natureza e a paisagem, cumprindo assim os princípios modernos da engenharia ecológica e os princípios “organológicos” de sua época, com suas raízes na ideologia völkisch. (11) Tal como acontece com Arndt, Riehl e Darre, Todt e seus sócios tiveram uma relação völkisch inseparável do nacionalismo. Todt disse certa vez: “O cumprimento da finalidade do transporte não é só o objetivo final da construção da estrada alemã. A Autobahn alemã deve ser uma expressão da sua paisagem e uma expressão da essência alemã. “(12) Um dos assistentes de Todt, Alwin Seifert, foi um defensor da paisagem no Terceiro Reich. No exercício das suas funções oficiais Seifert destacou a importância da fauna e opôs fortemente a monocultura, a drenagem de zonas úmidas e produtos químicos agrícolas. Ele criticou Darré por ser demasiado moderado e chamou uma revolução agrícola para uma vida natural, utilizando métodos simples de agricultura que fossem independentes do capital. “(13)
O lugar proeminente que a natureza tinha ganhado no Partido Nazista ajudou a aprovar a produção industrial-militar que permitiu a Hitler intimidar o resto da Europa por um tempo. Em outras palavras, eles promoviam a conservação e pureza racial ambiental enquanto exploravam os recursos para fabricar armas, prisões e equipamentos pesados. Iniciativas radicais foram criadas e sempre receberam o selo de aprovação dos mais altos oficiais nazistas. Outro membro influente foi o chanceler do Reich, Rudolph Hess, que foi o ponto forte da “ala verde” dentro do partido. Hess entrou no partido e nas instituições do governo e rapidamente tornou-se assistente pessoal de Hitler. Muitos ainda consideram que ele foi a mão direita do Führer. Hess tornou-se membro do Partido Nazista em 1920 e depois fez o seu caminho até o topo. Foi o segundo homem na lista de espera para tomar o poder, se Hitler e/ou Göring não fossem capazes de assumir a obrigação. Todas as novas leis aprovadas pelo governo passaram pelas mãos de Hess antes de serem promulgadas.



Nos anos trinta, um conjunto completo de leis e decretos foram aprovados sob a égide de Hess. Um dos decretos mais conhecidos e usados no ambientalismo de hoje é aquele que cria reservas naturais. Mas talvez a mais bem sucedida realização do ambientalismo da Alemanha nazista foi oReichsnaturschutzgesetz. Esta lei estabelece diretrizes para salvaguardar a flora, fauna e recursos naturais, e o acesso restrito para tais reservas. Políticas semelhantes foram escritas no âmbito da Agenda 21 das Nações Unidas e da Convenção sobre Diversidade Biológica. Como acontece com estes dois documentos, as autoridades nazistas exigiam uma consulta antes de qualquer modificação local na terra reservada, mesmo quando estas terras pertenciam a um indivíduo. Junto com oReichsnaturschutzgesetz, a contribuição mais importante que os nazistas fizeram ao movimento pro eugenismo moderno e o ambientalismo foi a integração do ambientalismo corporativo na política nazista.
Desenvolvimento Sustentável Hoje
Na página 350 do Relatório sobre a Diversidade Biológica das Nações Unidas diz que o gado, como vacas, ovelhas, cabras e cavalos não são sustentáveis. Indivíduos e organizações que apoiam o desenvolvimento sustentável querem que os seres humanos parem de comer carne, porque os animais poluem o ambiente. O programa completo de sustentabilidade é baseado em um esforço para mudar o comportamento humano para um estado que os seres humanos normalmente não aprovariam ou apreciariam. Esta mudança no comportamento humano é principalmente instigada pelo medo. O medo do aquecimento global, mudanças climáticas, catástrofes naturais, guerras, fome, secas, etc
Que tipo de coisas o desenvolvimento sustentável quer fazer na realidade? Sustentabilidade e mudanças no comportamento humano não estão somente relacionadas à agricultura, ambiente e poluição. É um pacote completo de reformas que se for finalmente implementado, mudará o comportamento social em uma escala global. É comum encontrar programas educacionais que patrocinam e ensinam as crianças como se preparar para viver em um mundo sustentável. Mas, quando as táticas não funcionam adequadamente, os globalistas responsáveis pelo programa, as fundações e organizações de assistência financeira e corporações globais usam táticas de intimidação.
Junto com os sistemas de ensino, o desenvolvimento sustentável também atua diretamente sobre as economias, os sistemas de saúde, a segurança, a agricultura e os assuntos sociais e culturais públicos. Nos últimos 50 anos foram criadas parcerias entre empresas e governos que levaram ao fascismo social no qual todos nós vivimos. Quanto a propriedade privada, decretos e leis são criados para acabar com o direito de comprar e manter qualquer tipo de terreno sem os auspícios das autoridades. É por isso que os proprietários são obrigados a pagar impostos sobre a propriedade, mesmo que já tenham pago impostos na hora da compra do imóvel. Segundo as orientações da Agenda 21 e da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, as massas de terra como parques nacionais, reservas naturais e áreas de conservação devem ser doadas as Nações Unidas, que será a organização que administrará os recursos encontrados nessas terras.
A pandemia de obesidade originada principalmente no mundo anglo se espalhou para países da América Latina e Europa, onde o estilo anglo-saxão é recebido com braços abertos. Esta pandemia de obesidade que assola o mundo de hoje, promovida por campanhas maciças de propaganda pagas pela indústria alimentar é a desculpa para introduzir leis e políticas que, essencialmente, permitem que o governo diga às pessoas o que comer ou beber. Nos Estados Unidos, as escolas nao permitem que os pais preparem as refeições para seus filhos, porque o governo não tem “nenhuma confiança” nos pais quando se trata da saúde dos seus filhos. Enquanto isso, a nova regulamentação introduzida pelo Codex Alimentariusproíbe a venda e uso de suplementos naturais e a plantação de produtos agrícolas em pequenas propriedades, enquanto as grandes corporações agrícolas que poluem o ambiente com as sementes, plantas e animais geneticamente modificados estão autorizadas a continuar suas praticas. Tais políticas têm causado o suicídio de centenas, se não milhares de agricultores indianos que se endividaram até o pescoço para comprar sementes geneticamente modificadas da Monsanto, que não só destruiram as terras, mas também reduziram a quantidade de alimentos produzidos (algodão bt).
No âmbito social e cultural, o discurso politicamente correto foi adotado em massa e a dissensão é visto como uma forma de racismo e terrorismo. As políticas de imigração passaram de levemente proteger a propriedade privada e os direitos dos particulares a patrocinar a abertura indiscriminada de fronteiras, com falsos acordos de livre comércio que destroem a indústria e a produção. Isto custou o emprego de milhões de pessoas em todos os continentes. A crítica religiosa da prática da homossexualidade e outras formas de vida é rotulada como homofóbica, enquanto profundas crenças religiosas são vistas como extremistas. Tudo para a polarizar a raça humana.
A mobilidade em áreas urbanas também têm sido afetada pelas políticas do ambientalismo falso. A especulação e a manipulação dos preços do petróleo pela OPEP faz aumentar exponencialmente os custos de transporte. O mesmo aconteceu com os preços dos alimentos. Carona nas viagens de automóvel e a utilização de ônibus e comboios são recomendados para reduzir dramaticamente a poluição e as emissões de CO2, enquanto as elites que pedem o fim da industrialização vivem em palácios luxuosos e voam ao redor do mundo em seus jatos particulares e iates que consomem grandes quantidades de combustível.
Com relação à segurança social, políticas de desenvolvimento sustentável adotadas pelos governos estão removendo as constituições dos Estados soberanos que estes afirmam representar e defender. A liberdade de expressão, liberdade de circulação e os direitos de privacidade são continuamente violados pela criação pelo complexo tecno-militar-industrial que controla o movimento ao redor do mundo, espia registros financeiros, comportamento, saúde, hábitos, política, crenças religiosas, etc, tudo em nome da segurança.
Qual é o objetivo das políticas de desenvolvimento sustentável hoje? Reduzir a população. O desenvolvimento sustentável é um plano que será aplicado através de toda a existência humana. É um plano criado por alguém para ser aplicado em você, seus filhos, netos e bisnetos. A crença por trás da suposta necessidade de uma redução maciça da população mundial é o equívoco de Thomas Malthus que o crescimento da população excede a disponibilidade de alimentos. Malthus achava que o aumento da população era consequência da reduçao nas taxas de mortalidade e que o mundo iria ficar sem comida em 1890. Ele, então, recomendou matar os pobres, idosos e doentes e deixar o resto morrer de fome. As idéias de Malthus foram retomadas recentemente por Paul Earlich em 1968. Earlich disse que o comportamento reprodutivo irresponsável das mulheres deixaria o planeta sem alimentos em 1970. Esta crise imaginária foi adiada por globalistas e os seus fantoches nas comunidades intelectuais sempre que a data chegava e a crise não acontecia. Segundo estimativas do Population Research Institute, hoje o mundo pode viver com comida suficiente em uma área do tamanho do estado do Texas, EUA.
A verdade é que, com a taxa de natalidade atual, muitos países da Europa e da Ásia estão enfrentando problemas relacionados ao envelhecimento da população não sendo substituída por novos cidadãos. Na América do Norte, Central e Sul, os governos estão se esforçando para manter à tona os seus programas estatais devido ao fato de que mais pessoas estão se aposentando e menos pessoas estão contribuindo para os cofres do governo central, segurança social e programas de saúde. Ironicamente, o crescimento populacional vai se estabilizar naturalmente, ou seja, parará de crescer e começará a cair uma vez que a soma de todos os seres humanos chegue a quase 9 bilhões. Saiba mais sobre a ciência do crescimento da população aqui.
Bem, há suficiente terra para viver? Mas, há comida suficiente para todos? Se você é um crente apenas da informação “oficial” e de estatísticas, você vai querer saber que de acordo com a Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas e o Programa Mundial de Alimentos, atualmente, há comida suficiente para alimentar o planeta sem problema. O problema é que nem todos têm acesso aos alimentos. Por quê? Várias razões: especulação de preços, uso de alimentos como milho e cana-de-açúcar para produzir combustível ineficientes e, claro, a criação de uma escassez artificial de alimentos.
As modernas técnicas de cultivo inclusive permitem que áreas mais áridas da África sejam cultivadas. Muitos acreditam que o continente Africano pode ser capaz de alimentar a todos, se essas técnicas fossem aplicadas com a devida diligência. Então, porque mais pessoas passam fome todos os dias? Por causa da pobreza, dos conflitos e da pobre infra-estrutura agrícola em países pobres, onde vivem a maioria das pessoas que sofrem de fome. A guerra é uma das principais causas da destruição das colheitas. Quem são os patrocinadores da guerra e do conflito? O complexo militar-industrial controlado pelos mesmo globalistas que querem que as pessoas sejam ambientalmente amigáveis. Reduzir o número de pessoas no planeta não iria resolver um problema de superpopulação, se houvesse. Isso é apenas uma outra tática usada para assustar por aqueles que querem perpetuar o sonho nazista. Para uma explicação detalhada sobre como as Nações Unidas implementa o seu programa de eugenismo sob a mentira de que promove iniciativas de saúde reprodutiva, acaba com a pobreza e reduz a ocorrência de doenças, veja o relatório em quatro partes abaixo. (Parte 1) (Parte 2) (Parte 3) (Parte 4)

Referências:
 (1) Raymond H. Dominick, The Environmental Movement in Germany: Prophets and Pioneers, 1871-1971
(2) Der Begriff des Volksgeistes in Ernst Moritz Arndts Geschichtsanschauung, Langensalza, 1914.
(3) Wilhelm Heinrich Riehl, Feld und Wald, Stuttgart, 1857, p. 52.
(4) George Mosse, The Crisis of German Ideology: Intellectual Origins of the Third Reich, New York.
(5) Lucy Dawidowicz, The War Against the Jews 1933-1945, New York, 1975, pp. 61-62.
(6) Daniel Gasman, The Scientific Origins of National Socialism: Social Darwinism in Ernst Haeckel and the German Monist League, New York, 1971, p. xvii.
(7) Gasman’s thesis about the politics of Monism is hardly uncontroversial; the book’s central argument, however, is sound.
(8) See the foreword to the 1982 reprint of his 1923 book Die Entdeckung der Heimat, published by the far-right MUT Verlag.
(9) Mosse, The Crisis of German Ideology, p. 101.
(10) Bramwell, Ecology in the 20th Century, p. 197.
(11) Karl-Heinz Ludwig, Technik und Ingenieure im Dritten Reich, Düsseldorf, 1974, p. 337.
(12) Quoted in Rolf Peter Sieferle, Fortschrittsfeinde? Opposition gegen Technik und Industrie von der Romantik bis zur Gegenwart, München, 1984, p. 220.
(13) Dominick, “The Nazis and the Nature Conservationists”, p. 529.


Fonte FOLHAS E GENTE - http://www.anovaordemmundial.com/2013/07/desenvolvimento-sustentavel-genocidio.html

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